Pra se ter uma idéia do mergulho que Mestre Duda dá em sí próprio, hoje a tarde, fiz uma série de fotos dele e nem por um momento ele percebeu que estava sendo registrado.
A sua postura imóvel, por instântes quase lhe confere o título de estátua viva. não fosse o suave movimento da mão direita segurando um instrumento de precisão cirúrgica talhando na madeira um retrato espelhado de seu interior enigmátido.
Raramente levanta o olhar quando percebe um vulto intruso na "sua"sala
Digo sua pois é exatamente assim que o local é conhecido - A sala de Duda.
e se esse vulto não lhe chamar o nome, pra ele é como se apenas uma briza por ali tivesse passado.
Em 2006 um vendaval de inverno adentrou pelo telhado da sala d'ele
a copa de uma Palmeira Imperial que a anos foi plantada próximo a uma das portas da sala.Foi um extrondo terrivel parecia que o mundo estava se acabando, o som das vigas e a cumieira do telhado se quebrando ainda ecoavam nos ouvidos presentes na escola.
Todos correram para lá temendo o pior.
e lá chegando a surpresa!!!para espanto de todos, realmente parte do mundo havia se acabado ao lado de Mestre Duda e este se quer levantou a cabeça.

Nenhum comentário:
Postar um comentário